Victoria Martens foi achada totalmente desmembrada em um cobertor em chamas, no dia de seu 10º aniversário; Segundo autópsia ela ainda foi agredida sexualmente e estrangulada


Em 24 de agosto de 2016, o corpo de Victoria Martens, de 10 anos, foi achado em um edifício em Albuquerque, no Novo México. A menina, que foi vítima de torturas, teve seu corpo desmembrado e embrulhado em um cobertor em chamas.

Victoria Martens nasceu no dia 23 de agosto de 2006, em Albuquerque, no Novo México. A garota vivia em um ambiente instável e violento. Sua mãe, Michelle Martens, procurava homens via internet para que tivessem relações sexuais com seus filhos, incluindo Victoria. De acordo com autoridades, a mulher sentia prazer em ver seus filhos serem abusados.

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Michelle Martens teria conhecido Fabian Gonzales em um site de namoro, cerca de um mês antes do crime acontecer. Já a prima de seu namorado, Jessica Kelley, lhe foi apresentada logo após ter saído da prisão.

As testemunhas relatam terem visto Jessica Kelley carregando Victoria Martens para o apartamento e, mais tarde naquela mesma noite, ouviram fortes gritos vindos do local.

Durante a madrugada, a polícia recebeu um chamado e achou o corpo da criança totalmente desmembrado e parcialmente embrulhado em um cobertor em chamas.

A autópsia inicial revelou que Victoria foi agredida sexualmente, estrangulada até a morte e depois esquartejada.

A garota teria recebido ainda bebida álcoolica e metanfetamina que, de acordo com sua mãe, serviu para acalmá-la enquanto Fabian Gonzales e Jessica Kelley a estupravam. Victoria Martens morreu no dia do seu 10º aniversário.

Inicialmente os três suspeitos foram presos e denunciados no dia 16 de setembro de 2016, como co-réus. Logo os promotores do caso pediram ao tribunal julgamentos separados. Em agosto de 2017, o juiz Brown determinou que Martens fosse a primeira a ser julgada, em julho de 2018; em seguida Gonzales, em outubro de 2018; e por fim, Kelley, em janeiro de 2019.

Em 2018, o procurador distrital do condado de Bernalillom Raúl Torrez declarou à imprensa que metade das informações do assassinato não são verdadeiras, e que existe a possibilidade de um quarto envolvido. De acordo com o especialista, surgiram novas evidências do caso, como a mostra de um DNA não identificado na cena do crime.

Segundo dados divulgados pelas autoridades, em outubro deste ano (2019), os depoimentos foram adulterados pelos réus, e Michelle Martens e Fabian Gonzales não estariam no apartamento na hora do crime.

Promotores alegam que Jessica Kelley estava com a garota em casa, quando um homem procurando por seu primo, invadiu o local e matou Victória como retaliação. A mulher disse às autoridades que para encobrir o crime, ela e seu primo teriam esquartejado a criança e incendiado seu corpo.

A Procuradoria Distrital retirou as acusações de assassinato e estupro, mas acusou Gonzales de abuso imprudente e adulteração de provas. Kelley e Martens fizeram um acordo judicial e até o momento cumprem suas penas em regime fechado, já Gonzales aguarda um novo julgamento.


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